COMO ECONOMIZAR TEMPO NO TRABALHO

Tempo é o recurso mais valioso de uma organização e está sendo gasto de forma perdulária.

Esta é a opinião de Michael Mankins, em entrevista que deu à revista Harvard Business Review. Mankins, sócio da Bain & Company em São Francisco, EUA, é um top consultor com dois livros publicados sobre produtividade. Escreve para um monte de jornais e tal e tal. Você pode discordar dos seus palpites sobre o tempo, mas ele, sem dúvida, está pensando num assunto crucial para seres humanos e corporações.

Segundo Michael Mankins, três fenômenos aconteceram nas organizações nos últimos anos: as reuniões ficaram mais frequentes, mais longas e passaram a envolver mais e mais participantes.
Mais frequência: para Mankins, a tecnologia democratizou o acesso à convocação das reuniões. 

É muito fácil convocar um encontro hoje: basta achar uma lacuna coletiva no Outlook e, pimba, você já tem um programão.

Duram mais: e por falar em Outlook, o consultor diz que quando ele foi criado, em 1997, as reuniões duravam, em média, 30 minutos. Em 2004, já duravam uma hora. “Agora, se estendem por mais tempo ainda.

Mais gente envolvida: o estudo da Bain também se debruça sobre o número de pessoas que participam das reuniões. Mankins acredita que, a partir de 7 pessoas, as reuniões começam a ficar improdutivas. E como resolver? As propostas do consultor são polêmicas. Mas... são propostas.

A primeira sugestão: criar um banco de horas para as reuniões com base zero de crescimento. Ou seja: uma reunião só entra no calendário dos executivos quando outra sai.

A segunda sugestão: limitar a liberdade para convocar reuniões. Encontros com mais de duas horas de duração têm um custo extraordinário para a organização, segundo o consultor. Se cada nível organizacional tem liberdade limitada para administrar determinado budget, por que não entender o tempo como um custo também? Nesse caso, o gasto do tempo também deveria ser aprovado de cima para baixo. Mankins propõe que reuniões com mais de duras horas, por exemplo, sejam aprovadas pelo chefe de quem as convoca. Uau!


A terceira sugestão: adotar a regra dos 7 membros. Para o consultor, a produtividade de uma reunião com mais de 7 pessoas tende a cair 10% a cada pessoa agregada ao encontro.

Postado por Robert Ferreira com base em artigo escrito por  Mulheres Incríveis - Yahoo Mulher.

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