MIGRAÇÃO DE ABELHAS É FEITA DE FORMA ADEQUADA
Cinco mil colméias estão sendo transportadas do Piauí para o Maranhão
Com
ajuda dos novos equipamentos doados pelo Governo do Estado do Piauí para alavancar
a apicultura, cerca de cinco mil colméias com abelhas estão fazendo o processo
de migração, onde os enxames viajarão cerca de 900 quilômetros do Piauí para o
Maranhão e retornarão para o Estado de origem em dezembro do corrente ano,
quando as floradas, que são seu alimento natural, estarão normalizadas.
Cerca
de 200 apicultores estão participando do processo, onde seis caminhões doados
pelo Estado farão o transporte de três mil colmeias oriundas da Casa Apis em
Picos e 2 mil colmeias da Comapi, e além do apoio do Governo do Estado, através
da Secretaria do Desenvolvimento Rural (SDR), os apicultores também estão
contando com o apoio do Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e Sebrae.
Um
verdadeiro esquema foi montado para que as abelhas nada sofressem com o
transporte, que foram usadas 900 telas apropriadas para a realização de
transporte, seis véus de proteção e 50 cintas de amarração. Os apiários serão
instalados na cidade de Governador Nunes Freire, no Maranhão, onde a atividade
será explorada de junho a novembro.
O
custeio total da migração ficou em torno de R$250.000,00, que serão gastos com
alimentação dos apicultores durante a migração, combustível e manutenção dos
veículos, vestimenta de proteção (indumentária) e utensílios apícolas, locação
de áreas para instalação de 80 apiários, locação de imóvel para hospedagem da
equipe de apoio, locação de 1 trator para realizar vias de acesso aos apiários
e locação de duas unidades de beneficiamento do mel.
Fazem
parte da equipe, consultores em apicultura migratória. De acordo com Antonio
Leopoldino Dantas Filho, “o Sitonho”, presidente da Casa Apis, a estimativa de
produção com essa migração é de 125.000 kg de mel e geração de uma receita
estimada em R$650.000,00, sendo esta a primeira caravana da meliponicultura,
que está sendo possível através dos equipamentos adequados doados pelo Estado.
Etapas de preparação para migração
Toda
uma logística era necessária para realização da primeira caravana, para isso,
foi preciso fazer um dimensionamento da migração dos enxames; contratação de
consultoria para Prospecção e Mapeamento das áreas para Migração; (avaliação da
área quanto aos requisitos para a produção orgânica), levantamento dos grupos
com potencial para migração (supervisor e ADRS), estabelecer critérios para
seleção dos participantes baseado na Política de Migração previamente aprovada
pela diretoria; sensibilização dos produtores, apresentação do Projeto e o
Plano de Operacionalização da Apicultura Migratória; Consultorias; Importância
da migração para sustentação dos enxames, como acontece, observar documento
sanitário obrigatório - Guia de Trânsito de animais GTA (Adapi).
E
ainda, formação de técnicos multiplicadores em Manejo de Colmeias para migração
dos enxames, realização de Oficinas de manejo de colmeias para a migração dos
enxames, levantamento / diagnóstico das colmeias habilitadas para migrar por
comunidade, identificação das Colmeias (Carimbo código CO - COMAPI, CA-CASA
Apis), seleção dos apicultores habilitados para migração, contratação de apoio
técnico no Local da Migração - Profissionais com expertise em migração de
enxames, negociação/alocação das áreas para migração, definição e estruturação
da equipe de acompanhamento e supervisão dos apiários e durante a colheita o
período de migração.
Completando
o processo, ainda houve a elaboração dos documentos de registro para a
migração, ficha de cadastro dos produtores, ficha de recibo de colmeias,
regulamento da casa de estadia dos produtores na área de migração, relação dos
apicultores codificados para controle da Central, da comunidade e do apicultor;
criação dos carimbos para identificação das colmeias, definição do calendário e
período de migração. E para a Etapa de Migração foi realizada a preparação do
local para instalação dos apiários, viabilização do acesso aos locais de
instalação dos apiários e foi realizado um dimensionamento da necessidade de
contratação (horas) de trator.
Postado com base e notícia da AGENCIA SEBRAE DE NOTÍCIAS PIAUÍ.
Estudantes de município de Monsenhor GIl terão carne caprina e ovina na merenda escolar
Nutricionistas e merendeiras participaram de uma Oficina de Preparação de Merenda Escolar com Carne Caprina e Ovina, realizada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae, no último dia 21/05/2013, em Monsenhor Gil, cidade localizada a 56 quilômetros ao sul de Teresina.
O objetivo da oficina foi preparar as merendeiras das escolas municipais para fornecimento de alimentação com as carnes desses animais. Após a oficina, os estudantes e convidados participaram de uma degustação dos pratos, sendo que a idéia da degustação para o alunado era acompanhar o índice de satisfação com as novas receitas. O resultado foi o melhor possível, tendo os mesmos se esbaldado com as iguarias preparadas.
É importante salientar que a inserção desse tipo de carne na merenda escolar, dentre outros resultados representa o aumento da renda dos pequenos produtores rurais fornecedores, a renda permanece no próprio município e o enriquecimento nutricional da merenda, tendo em vista os benefícios desse tipo de carne, com baixo teor de gorduras e colesterol.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, o Piauí é o terceiro maior produtor de ovinos e caprinos do Brasil. Já Monsenhor Gil, tem um rebanho de cerca de dez mil animais.
Recentemente, por meio de edital de licitação, a merenda escolar do município passou a contar com as carnes de caprinos e ovinos. A previsão é que o volume a ser repassado à prefeitura, entre maio e dezembro desse ano, ultrapasse os dois mil quilos.
O produto será fornecido por pequenos produtores ligados à uma Associação atendida pelo Sebrae no Piauí, e pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Agricultura.
Postado por Robert Ferreira com base e noticia da Agência Sebrae de Notícias Piauí
A carne de porco está no topo das opções saudáveis !
O porco que já sofreu muito preconceito, hoje é considerado uma das opções saudáveis de alimentos.
O porco, quem diria, é alvo de preconceito no Brasil. Tomando por base um dos últimos levantamentos sobre como a carne suína é vista e apreciada por aqui — realizado pela Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, com 480 pessoas de quatro estados — dá para dizer que a maioria ainda a evita por considerá-la pra lá de gordurosa e transmissora de doenças. Essa percepção remete ao passado do porco, que, até a década de 1960, costumava ser criado em meio à lama e à sujeira, comendo restos e detritos. De lá para cá muita coisa mudou: o bicho ficou mais limpinho e enxuto. E o ramo da nutrição nos convoca a rever conceitos na hora de ir ao açougue ou fazer o pedido no restaurante.
Pra começo de conversa, a dieta dos rebanhos se tornou bem mais balanceada. Nada de lavagens. O cardápio dos chiqueiros modernos inclui ração de milho e farelo de soja, com vitaminas e minerais. Graças a ela, a carne suína ganhou teores mais brandos de gordura e uma porção de micronutrientes vantajosos ao corpo humano. "No passado, um animal bom para o abate pesava cerca de 300quilos. Hoje ele não passa dos 90", conta o zootecnista Elsio Figueiredo, da Embrapa Suíno e Aves, em Santa Catarina. Para completar, os criadouros, antes imundos, foram cimenta dos e higienizados, respeitando regras de vigilância sanitária cada vez mais rígidas.
Somadas à manipulação genética, todas essas mudanças renderam uma redução de31% na gordura, 14% nas calorias e 10% no colesterol presentes na carne de porco — sem falar na queda brusca no número de parasitas abrigados ali. Esses avanços, no entanto, ainda passam despercebidos pela maior parte dos brasileiros. Apesar de o consumo nacional ter crescido 28% nos anos 2000, isso é pouco se compararmos com o resto do mundo: a procura global subiu 87%. Ao virar a página, você vai entender por que não faltam motivos para seguir a tendência internacional e convidar as peças suínas a figurarem mais vezes na sua mesa.
Muito além do sabor e da textura marcantes, os cortes suínos abundam em vitaminas, potássio, zinco e ferro. "E suas proteínas têm alto valor biológico, renovando as fibras musculares do nosso organismo", diz a nutricionista Renata Alves, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. As vitaminas do complexo B prezam as atividades cerebrais, enquanto o potássio regula a pressão e o zinco fortalece as defesas.
A gordura saturada, tão ligada ao entupimento dos vasos, tomava conta da carne de porco do passado. Depois que a espécie passou por aquele regime, virou um reduto de outro tipo de gordura, a insaturada, benvinda por resguardar as artérias. É lógico que o bacon e o torresmo, até pelo preparo, não são bons exemplos dessa inversão de valores: eles continuam um poço de calorias e gordurebas nocivas. Já a bisteca e o lombo... "O lombo suíno, que é o corte mais magro, faz frente a qualquer carne de vaca ou frango", elogia o bioquímico Jorge Mancini, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo. Tantas vantagens justificam uma proposta de lei em tramitação na Câmara, que quer tornar a carne de porco obrigatória nas merendas escolares.
No momento de comprar, o conselho é ficar atento aos selos do Ministério da Agricultura e dos órgãos de controle sanitário, que comprovam a segurança e a qualidade do produto. "Também se recomenda deixar as carnes bem cozidas para afastar problemas com micro-organismos", diz a nutricionista Renata Bressan, da capital paulista. São cuidados que garantem a redenção completa da carne de porco — na panela ou no churrasco.
É branca ou vermelha?
Embora seja mais clara que a bovina, a carne suína é tachada de vermelha. A diferença de cor se explica pelo perfil da irrigação sanguínea dos dois animais. "No porco, a quantidade de hemoglobina, o pigmento avermelhado, é menor", diz o veterinário Luciano Roppa.
Partes do Porco
1 - Orelha 2 - Sobrepaleta 3 - Bisteca 4 - Carré 5 - Lombo 6 - Filezinho 7 - Suã 8 - Alcatra 9 - Pernil 10 - Picanha 11 - Lagarto 12 - Coxão Mole 13 - Coxão duro 14 - Joelho 15 - Pé 16 - Patinho 17 - Barriga 18 - Costela 19 - Paleta 20 - Papada.
Postado por Robert Ferreira, com base em artigo da Revista Saúde - http://saude.abril.com.br/
SENAR APOIARÁ SUINOCULTORES DO PIAUI
Nessa
segunda-feira (13/5), membros da Diretoria da Associação Piauiense de Suinocultura/APISUI, juntamente com o Gestor do Projeto
Setorial Agronegócios de Teresina, Robert Ferreira realizaram visita ao
Superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural/SENAR, Agrônomo Paulo
Emílio do Rêgo Monteiro. O objetivo da visita foi apresentar a APISUI ao
SENAR, ao tempo em que foi entregue Ofício com 02 solicitações:
-
Curso para Tratadores de Suínos;
-
Consultor para realizar Diagnóstico/Levantamento dos produtores.
Ambas
as solicitações receberão o apoio do SENAR, conforme informou o Superintendente
Paulo Emílio, sendo que ficaremos no aguardo do agendamento por parte daquela
Entidade para programar os Eventos.
Participantes
da APISUI presentes:
Francisco
Moreira da Costa Neto
Antonio
Sérgio Neto
Paulo
Roberto S. Carvalho
Postado por Robert Ferreira, Analista do SEBRAE no Piaui.
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