SÃO PAULO – Na última segunda-feira (14), o jogador Ronaldo Nazário anunciou a sua aposentadoria dos campos de futebol. O esportista, apelidado de “Fenômeno”, é considerado uma referência para os outros esportistas.
Não é só nos gramados que situações como esta ocorrem. No mundo corporativo, também é comum a saída de profissionais de alta performance. Entre os motivos que levam ao desligamento com a empresa, estão a oportunidade de trabalhar em outro projeto e a aposentadoria.
No entanto, a saída destes profissionais, sem os cuidados necessários por parte da empresa, pode impactar de maneira negativa no trabalho da equipe. De acordo com o sócio-diretor da Alliance Coaching, Silvio Celestino, a motivação das pessoas que trabalhavam com estas “estrelas” é afetada.
“Muitas pessoas são motivadas porque trabalham com profissionais que são referência no mercado. Os profissionais querem aprender com eles. A saída impacta no clima organizacional”, diz.
Imagem da empresa
Já a diretora-executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Izabel de Almeida, diz que pode haver reflexo na imagem da própria empresa, prejudicando seus negócios.
“Estes profissionais são naturalmente diferenciados. Eles são convidados para atuar nas empresas. Trazem estímulo para os outros. Se a empresa não consegue ler os sinais que indicam a saída, ela certamente terá uma surpresa”, acrescenta.
Ela declara ainda que a falta de preparo das companhias em receber estes profissionais também pode ocasionar ciúme e inveja aos outros colegas, já que algumas empresas oferecem remunerações superiores, regalias e bônus maiores na comparação com os outros profissionais.
Para Celestino, a solução é desenvolver as pessoas que trabalham com estes profissionais, por meio do conhecimento, com o objetivo de torná-las referências no futuro. “Geralmente, os grandes profissionais são aqueles que já trabalharam com os melhores. É importante mostrar que a empresa valoriza o passado, mas pensa no futuro”, finaliza.
Por InfoMoney, InfoMoney
REEDUCAÇÃO ALIMENTAR
Muito se houve falar em reeducação alimentar, mas você sabe o que é isso exatamente?
O principal conceito que devemos ter em mente é que a reeducação alimentar não consiste em deixar de comer tudo o que se gosta e passar a comer somente frutas, verduras, legumes e alimentos light. Muito pelo contrário: é aprender que você pode comer tudo, mas sem exageros e de forma equilibrada.
O ideal é que o processo seja feito individualmente e com orientação de uma nutricionista, pois a mesma recomendação que é adequada para uma pessoa, pode não ser para outra. Deve-se sempre levar em conta o estilo de vida, assim como a presença de doenças pré-existentes.
Essa mudança deve ser lenta e gradual. Nada de proibições.
Associar reeducação alimentar e aumento na prática de exercícios físicos é absolutamente bem-vindo. Aliás, está comprovado que melhora e prolonga a qualidade de vida.
Lembre-se: você é o que come. Portanto, vamos prestar atenção ao que colocamos em nosso prato no dia-a-dia. Trata-se de uma autoeducação diária com agradáveis compensações no futuro. Bem-estar é tudo!
Site Beleza & Saúde
O principal conceito que devemos ter em mente é que a reeducação alimentar não consiste em deixar de comer tudo o que se gosta e passar a comer somente frutas, verduras, legumes e alimentos light. Muito pelo contrário: é aprender que você pode comer tudo, mas sem exageros e de forma equilibrada.
O ideal é que o processo seja feito individualmente e com orientação de uma nutricionista, pois a mesma recomendação que é adequada para uma pessoa, pode não ser para outra. Deve-se sempre levar em conta o estilo de vida, assim como a presença de doenças pré-existentes.
Qual é o objetivo da reeducação alimentar?
- Perda ou ganho de peso
- Controle do colesterol e glicose
- Controle de doenças que exijam mudança na alimentação
- Manter o peso
- Ter uma qualidade de vida mais saudável
- Melhorar o desempenho físico e mental
- Controlar o estresse
Mudança de Hábito
Mudar hábitos não é fácil, mas é possível. Essa mudança deve ser entendida como um processo, com erros, acertos, novos erros e novos acertos, em busca do equilíbrio, sem preconceitos ou culpas sobre o que se come, apostando no bem-estar e no prazer.Essa mudança deve ser lenta e gradual. Nada de proibições.
Como devo fazer?
O médico especialista passará as informações das mudanças de acordo com seu hábito de vida, mas veja algumas dicas que você já pode fazer agora.
- Quanto maior o fracionamento das refeições, menor o número de calorias absorvidas. O intervalo ideal entre uma refeição e outra é de aproximadamente 3 horas e o número de refeições deverá ser de 6 ao dia.
- Abuse das fibras, verduras, legumes, alimentos integrais e frutas. Dê preferência às frutas inteiras e com bagaço. Elas contêm mais fibras e assimila melhor os nutrientes.
- Não se esqueça da ingestão de água e sucos naturais.
- Cuidado com o excesso de frituras e doces.
- Coma sempre em pouca quantidade e de preferência utilize um cardápio variado.
- Exercícios físicos pelo menos 3 vezes na semana.
Associar reeducação alimentar e aumento na prática de exercícios físicos é absolutamente bem-vindo. Aliás, está comprovado que melhora e prolonga a qualidade de vida.
Lembre-se: você é o que come. Portanto, vamos prestar atenção ao que colocamos em nosso prato no dia-a-dia. Trata-se de uma autoeducação diária com agradáveis compensações no futuro. Bem-estar é tudo!
Site Beleza & Saúde
ALGUMAS DICAS PARA EMAGRECER
No café da manhã: Opte, acima de tudo, por alimentos diferenciados. Entre eles: mamão, pão integral, além é claro, de iogurte natural.
No almoço: Dê preferência para alimentos como cenoura, tomate e chuchu. No caso do feijão, procure misturá-lo com a alface.
No jantar: Experimente tomar uma sopinha básica. Ok, sabemos que não é a melhor época do ano para tal, por outro lado, se o intuito é perder alguns quilos, o esforço valerá a pena.
Durante o dia
- Não deixe de tomar água, como se sabe, ela atua como hidratante natural do corpo, saciando, pelo menos em parte, o desejo de comer algo.
- Caso sinta por desejo por doces, opte por uma fruta doce. Uma ressalva: Evite apenas as mais calóricas como mangas, uvas e abacate.
- Procure diminuir o consume de carnes. Se possível, consuma o alimento apenas 03 vezes por semana, acompanhado, é claro, de uma porção de salada.
Outras dicas
- Nada de sedentarismo: Ao invés do elevador, opte pelas escadas. O procedimento é válido tanto para o ambiente de trabalho como para sua casa ou apartamento.
- Evite as frituras: Bom, o pastelzinho, polenta ou frango podem esperar, não é mesmo?
- Substitua o leite integral pelo desnatado: Vamos lá, força de vontade. Não custa nada substituir, pelo menos por um tempo, seu leite tradicional por um modelo diferenciado.
- No caso dos refrigerantes, a dica é a substituição pelos chamados “diets”.
- Caminhadas: Esqueça o carro, e de preferência por passeios ao ar livre. A dica é válida, sobretudo, para ambientes como parques e reservas.
”LET’S GO TO BRAZIL”
Para quem não conhece, John Dillinger - interpretado no cinema pelo ator americano Johnny Depp - foi o gângster mais procurado pelo FBI em Chicago no início dos anos 1930. Nas cenas finais do filme Inimigos Públicos (Public Enemies), Dillinger, encurralado pela polícia após a morte de seus comparsas, abraça a namorada, Billie Frechette, e lhe propõe: "Vamos fugir. Let"s go to Brazil."
Infelizmente, não só no cinema, no imaginário de Hollywood, mas também na vida real o Brasil adquiriu fama internacional de país da impunidade e é visto no exterior como porto seguro para fugitivos da Justiça. Aqui buscaram refúgio, no passado recente, criminosos de todo tipo, dentre outros, o famoso assaltante britânico Ronald Biggs, conhecidos nazistas alemães, como Franz Stangl e Gustav Franz Wagner, terroristas como o belga Patrick Hamers ou membros de organizações paramilitares como os montoneros e os tupamaros, ditadores sul-americanos (Stroessner é um deles), mafiosos de várias nacionalidades (quem não se lembra do italiano Tommaso Buschetta?), traficantes de drogas e, recentemente, o israelense Elior Hen, que espancava crianças em nome de uma seita religiosa.
Cesare Battisti, por coincidência, também escolheu o Brasil. Por que deveríamos mantê-lo em nosso território? O que ganharíamos com isso, além de ver nossa reputação mais abalada ainda?
Battisti é um homicida. Matou ou participou da morte como co-autor de quatro pessoas, dentre elas um açougueiro e um joalheiro italianos. Cometeu, pois, infrações penais comuns, sem motivação política alguma, como decidido pelo Supremo Tribunal Federal, seguindo, aliás, parecer do procurador-geral da República. Tollitur questionou. Ninguém, nem o presidente da República, pode mais alterar a natureza ou a motivação dos crimes imputados a Battisti.
Battisti alega, no entanto, que não haveria prova suficiente de sua participação nesses quatro assassinatos. Ele seria inocente. A Justiça italiana disse exatamente o contrário. As provas seriam contundentes e aptas a suportar juízo condenatório. Battisti, para o Judiciário italiano, é realmente culpado. Nesse contexto, seria teratológico imaginar que um tribunal brasileiro, e muito menos autoridades do Poder Executivo, pudessem absolver Battisti sumariamente, funcionando como uma espécie de órgão revisor das decisões das Cortes de país estrangeiro.
Sim, é certo, um ex-ministro da Justiça entrou em cena extemporaneamente, quando já tramitava o processo extradicional, e criou um imbróglio dando a Battisti o status de "refugiado político". No Supremo, onde impera o bom senso, o tresloucado ato administrativo foi tido por ilegal, já que Battisti não preenchia os requisitos previstos em lei para ser reconhecido como refugiado - o que, aliás, o órgão competente nessa matéria, o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), do Ministério da Justiça, já havia dito antes. Logo, Battisti não é mais um "refugiado político". E não pode, é claro, "readquirir" esse status, sob pena de se afrontar decisão da mais alta Corte do País.
Cabe, por isso, às autoridades brasileiras entregá-lo imediatamente à Itália. É obrigação ex lege. Se não a cumprirem, estarão violando a lei, isto é, o Tratado de Extradição Brasil-Itália, que, aprovado pelo Congresso Nacional e promulgado pelo presidente da República, se incorporou definitivamente ao nosso ordenamento jurídico.
Dizem, todavia - e é verdade -, que o tratado prevê uma hipótese única de recusa de entrega do extraditando: "razões humanitárias" (sic). Por aí, por essa brecha da lei Battisti escaparia da Justiça uma vez mais, agora com o aval do ex-presidente da República, que, pasme-se, se negou a entregá-lo à Justiça italiana.
Enfim, além do vexame internacional, o ato presidencial é um rematado absurdo, tanto jurídico como político, mas tudo é possível nesse caso, em que definitivamente, não imperam mais a razão, o bom senso e o Direito. Se ficar no Brasil por "razões humanitárias", terá valido a pena para Battisti seguir o conselho do gângster americano e de tantos outros criminosos que aqui aportaram: "Let"s go to Brazil."
Guilherme Magaldi Netto - O Estado de S. Paulo
BOA APARÊNCIA RESULTA EM SALÁRIOS MAIS ALTOS
Pessoas consideradas mais atraentes recebem até 10% a mais na folha de pagamento.
Um novo estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) sugere que a aparência pode contar pontos não apenas na hora de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário.
Um novo estudo realizado pela Universidade de Yale (EUA) sugere que a aparência pode contar pontos não apenas na hora de conseguir um emprego, mas também na hora da definição do salário.
De acordo com cientistas americanos, as pessoas mais simpáticas aos olhos dos outros recebem mais, quando comparadas com as menos atraentes. A pesquisa aconteceu com mais de quatro mil jovens de ambos os sexos e se baseou na aparência e no salário que cada um deles recebia.
Cerca de 7% dos voluntários foram considerados muito mais atraentes do que a média, na opinião dos analistas, enquanto 8% dos participantes estavam abaixo da média. Foi então que a comparação dos salários mostrou que aqueles menos atraentes recebiam um salário menor do que os jovens que estavam na média ou acima dela. A diferença média de salário chegou a 10%.
Depois de descobrir a diferença nos salários, os cientistas americanos resolveram medir o QI dos participantes e descobriram que a pequena variação não justificava a diferença salarial, já que os menos atraentes e os mais atraentes apontavam uma variação semelhante.
Mesmo diante dos números, os pesquisadores ainda não conseguem explicar o porquê dessa desigualdade, mas afirmam que os resultados comprovam que a imagem que passamos durante uma simples conversa faz diferença quando o assunto está ligado à carreira.
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