CORAL DO SEBRAE NO PIAUÍ PARTICIPA DA SEMANA CULTURAL DA JUVENTUDE DE IPIRANGA/PI

A 27ª versão da Semana Cultural da Juventude de Ipiranga do Piauí teve seu início ontem (domingo 18/7/2010), com a participação do Coral do SEBRAE/PI. Aconteceu na Igreja de N. S. da Conceição e contou com a participação de mais 04 corais, sendo 02 de Ipiranga e os demais de municípios vizinhos.

Essa 27ª versão da Semana demonstra que atividades culturais no Piauí não estão restritas apenas à capital. Existem municípios que dedicam grande esforço em preservar as culturas regionais, como se viu também na apresentação de grupos de dança e ballet que apresentaram primorosas peças em palco montado na praça principal de eventos de Ipiranga.

O Coral do SEBRAE/PI já existe a 17 anos e é regido pelo conhecido Maestro Aurélio Melo, sendo considerado o primeiro coral Empresa do Piauí e já possuindo CD gravado.

Por Robert Ferreira

Casa Piauí Design inaugura nova edição

Encontra-se aberta oficialmente desde 07 de julho, a oitava edição da Casa Piauí Design. Esta edição da mostra envolve o trabalho de 20 profissionais de arquitetura e/ou decoração, e artesãos ligados a 21 cooperativas ou associações de 13 cidades do Piauí.

Estão em exposição mais de 100 peças de diversas tipologias, como madeira, cerâmica, bordados e rendas, sementes, couro, cestaria e trançados, e tecelagem. A mostra funcionará até o dia 23 deste mês na Praça de Eventos do Teresina Shopping, no horário de 10h00 às 22h00.

“A Casa Piauí é um projeto grandioso, que eu tenho a honra de acompanhar desde a primeira edição. Gostaria de parabenizar todos os profissionais envolvidos nessa iniciativa, que tem contribuído para que o Piauí mostre a sua cara e ocupe um espaço cada vez mais importante no cenário nacional. Temos uma produção artesanal de qualidade, que se destaca como uma das melhores do país”, disse o Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Piauí, Ulysses Moraes.

Para concepção das peças este ano, os artesãos receberam a consultoria do arquiteto e designer, Eduardo Barroso, que também foi o responsável pela escolha da proposta que seria trabalhada na mostra. O tema Gastronomia do Sertão foi pensado como forma de valorizar a culinária regional do Nordeste, contribuindo para incrementar também a comercialização da produção artesanal do Piauí com mais qualidade e possa competir e se firmar no mercado internacional.

A Presidente da Cooperativa de Artesanato do Poti Velho, Cooperart Poti, Raimunda Teixeira da Silva, destacou que “é um prazer enorme falar em nome de todos os artesãos e gostaria de parabenizar o Sebrae pela iniciativa, que ao longo desses oito anos tem contribuído para agregar valor a produção artesanal do Estado”.
A Casa Piauí Design 2010 é uma ação do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí; em parceria com o governo do estado, através do Prodart; prefeituras dos municipais e Instituto Walmart.

Agencia SEBRAE de Notícias

PIAUÍ É O SEGUNDO ESTADO MAIOR EXPORTADOR DE MEL NO PRIMEIRO SIMESTRE DE 2010

Nos seis primeiros meses deste ano o Brasil já exportou 10,15 mil toneladas de mel, gerando uma receita de US$ 29,13 milhões. O preço médio foi de US$ 2,87/kg de mel, superior aos US$ 2,47/kg pagos no mesmo período de 2009.

O valor da exportação por Estado foi: São Paulo (US$ 7,67 milhões); Piauí (US$ 5,62 milhões); Ceará (US$ 4,75 milhões); Rio Grande do Sul ( US$ 4,70 milhões); Santa Catarina (US$ 3,16 milhões); Piauí (US$ 1,62 milhão); Paraná (US$1,50 milhão); Minas Gerais (US$ 161,33 mil); Bahia (US$ 194,94 mil) e Maranhão (US$ 106,26 mil).

Como vemos, com essa 2ª colocação nacional nas exportações do primeiro semestre a apicultura piauiense demonstra sua pujança e grande destaque nacional, fruto inicialmente do grande empreendedorismo de produtores e empresários que acreditam na atividade como uma grande possibilidade de geração de emprego e renda.

Cumpre também ressaltar o apoio prestado pelo SEBRAE e demais Entidades que atuam junto a cadeia produtiva com capacitações, consultorias, apoio institucional e até financeiro, como a Fundação Banco do Brasil, UFPI, Banco do Brasil, UNISOL, EMBRAPA, Secretaria de Agricultura/SDR, EMATER, CCPR, CONAB, dentre outros.

Por Robert Ferreira

Cajuína produzida no Piauí receberá selo de certificação e qualidade

Com essa delimitação será possível distinguir a cajuína produzida no Estado das concorrentes.


Com a proposta de agregar valor e destacar os melhores produtos será lançado o Selo de Regulamentação da Cajuína produzida no Piauí. Essa iniciativa foi apresentada em reunião, ocorrida este mês, com produtores de cajuína do Estado e gestores do Projeto Agroindústria do Caju, executado pelo Sebrae no Piauí. Na ocasião foram mostrados os resultados da pesquisa de sensoriamento geográfico que caracterizou o produto fabricado no Estado, realizado pela Universidade Federal do Piauí, UFPI, tendo a consultoria de Roberto Castelo Branco, responsável pela pesquisa.

Com essa delimitação de características será possível distinguir a cajuína produzida por aqueles que possuem uma regulamentação. O projeto de caracterização e de criação do selo será gerenciado pela Cooperativa Pró-Cajuína, com o apoio do Sebrae no Piauí.

Dentre os critérios considerados para a caracterização da cajuína estão: cor amarelada, brilho, homogeneidade, odor e aroma, frutado de caju, caramelização, pútrido, textura, corpo, sabor, gosto, adstringência, acidez, doçura e frio. Através desses aspectos será possível distinguir a cajuína produzida no Piauí. O comparativo para o levantamento desses dados considerou amostras de produtos fabricados com o caju nativo, caju clone e o caju misto.

O produtor da cidade de Floriano, Ademar Rocha, conta que com essa regulamentação os produtores só terão benefícios. “Nós vamos poder oferecer garantias e confiança. O consumidor terá certeza que estará adquirindo um produto de qualidade. A cajuína certificada também terá maior aceitação no mercado, já que as indicações estarão presentes nos rótulos”, declarou o produtor.

O pedido do selo vai ser encaminhado ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial, INPI, em setembro, depois que forem validados todos os produtores e realizadas as devidas atividades de criação, caracterização, numeração e símbolos do selo.

Depois de criado o selo, será formada uma comissão que vai vistoriar a produção das cajuínas regulamentadas. O intuito é manter o padrão que foi instituído. A comissão terá representantes do Sebrae no Piauí, dos produtores, da Embrapa e da UFPI.

Por Robert Ferreira

Medo do dentista

Praticamente dez entre dez pessoas têm medo de ir ao dentista.

Isto ocorre porque, nos últimos 50 anos, a remoção de cáries, doença que afeta mais de 95% da população mundial, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, tem sido realizada por meio de brocas rotativas que causam dor, estresse por ruído, tensão e lesões na gengiva.

Além disso, o uso de agulhas para aplicação de anestesia também é motivo de pavor para muitas pessoas. Em conseqüência disso, muita pacientes literalmente fogem do dentista, prejudicando a própria saúde com doenças bucais que vão de uma simples dor de dente até mesmo tumores malignos e outros problemas dentais.

Em busca de uma forma de solucionar esses problemas, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) desenvolveram, o único sistema produzido no País - e em toda a América Latina - para a remoção de cáries e tártaro, que dispensa o uso de brocas e de anestesia, sem o irritante barulho do motor das brocas dentárias, praticamente sem dor e sem incômodos para os pacientes.

Cortina de água

Entretanto, o aparelho ainda apresentava um pequeno incômodo estético para os dentistas: o excesso de poeira liberado em função da remoção das cáries e do tártaro.

Agora, com auxílio da FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), o problema se tornará quase imperceptível.

"Graças ao apoio da Fundação, foi criado um novo protótipo do aparelho, com um sistema de cortina de água capaz de diminuir em 95% a poeira liberada, sem perda da eficiência", explica o idealizador do aparelho e cirurgião-dentista Izio Mazur.

Ele complementa que, até o final de 2010, o modelo definitivo deverá estar pronto para ser comercializado no mercado nacional e até mesmo internacional. A empresa criada para isso, a Superdont, já iniciou os preparativos para certificação internacional, como a normatização ISO 13485, CE e para o FDA, o que dará condições de superar as barreiras técnicas impostas pelos países de Primeiro Mundo. "Agora estamos em busca de fundos de investidores que queiram somar esforços para dividir os lucros futuros", complementa.

De Vinicius Zepeda (FAPERJ/Diário da Saúde 30/06/2010)