Frente Parlamentar da Apicultura e da Cajucultura será criada na Câmara

Com 214 assinaturas de adesão, o deputado Assis Carvalho (PT-PI)encaminhou à Câmara dos Deputados requerimento de registro da Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Apicultura e da Cajucultura.

Para instalação da Frente seriam necessárias 195 assinaturas. “A Frente Parlamentar será um fórum permanente de debates e apresentação das experiências existentes no País.

Tem como principal objetivo estimular a produção e a comercialização de produtos das cadeias produtivas da apicultura e da cajucultura, desenvolver no País e, em especial no Nordeste, a produção de mel e seus derivados e do caju, como estratégia de fortalecimento da agricultura familiar”, disse Assis, que deve coordenar o colegiado.

A Frente vai estimular o debate sobre temas relacionados às cadeias produtivas da apicultura e da cajucultura entre os parlamentares, os movimentos sociais e populares, lideranças, academia e o Poder Executivo; também apoiar e promover ações voltadas para promoção de políticas públicas de fortalecimento destas cadeias produtivas e estímulo a exportação da produção.

Além de aspectos econômicos, as atividades das cadeias produtivas consideram os aspectos sociais, ambientais e políticos da agricultura, valoriza os saberes populares, o modo de vida da agricultura familiar e a economia solidária.

A luta do deputado Assis Carvalho para fortalecer estas áreas vem desde o início do ano, quando ele foi procurado por apicultores da região de Picos, que relataram os problemas devido aos prejuízos da safra do mel por causa da seca e solicitaram apoio para buscar soluções para a atividade apícola no estado. A seca trouxe grandes dificuldades para os apicultores e exportadores do mel no Piauí. Como depende 100% de chuvas, que não caíram em 2012, a florada, de onde as abelhas retiram seu alimento e o néctar para produção do mel, ficou comprometida. A queda brusca na safra retirou o Piauí da liderança na exportação de mel no Nordeste.

O deputado abriu discussão sobre este assunto no Banco do Nordeste e em nível nacional. Também acompanhou os debates do setor em Picos e na Câmara Setorial do Mel Nacional, em Brasília.

Ele decidiu incluir a cultura do caju na mesma discussão relativa à apicultura quando apresentou emendas a Medida Provisória para inclusão da produção de Caju e produtos apícolas no programa Garantia Safra do Governo Federal.

Postado por Robert Ferreira com base em notícia de Informativo da Câmara Federal.

Atividade Física x Sedentarismo

“Segundo a Organização Mundial de Saúde, estima-se que nos países desenvolvidos mais de dois milhões de mortes são atribuíveis ao sedentarismo, e que 60 a 80% da população mundial não é suficientemente ativa para obter benefícios na saúde.” (OMS, 2002)
Quem é o sedentário?
A maioria das pessoas ainda acham que o sedentário é aquele que não pratica atividades esportivas, mas na verdade, define-se como sedentário a pessoa que gasta poucas calorias por semana com atividades ocupacionais: serviços de casa, ida ao trabalho, etc. Segundo a OMS, o sedentário não consegue gastar o mínimo de 2.200 calorias por semana em atividades físicas.
Alguns fatores impedem a busca por atividade física:
No caso das criança, o mundo atual tem oferecido uma série de opções que facilitam,e  consequentemente agravam a “não procura” por atividade física. São elas: alimentos industrializados, fast-foods, videogames, computadores, e que predispõe também à prevalência da obesidade infantil.
Para os jovens, alguns fatores como: falta de tempo e motivação, apoio insuficiente e falta de orientação dos adultos, sentimentos de vergonha ou incapacidade, falta de locais seguros e atrativos, e a simples ausência de conhecimento das vantagens e benefícios de ser ativo.
Nas mulheres, entre as primeiras cinco barreiras para a prática da atividade física, foram citadas: a) a falta de companhia; b) a falta de interesse (mais comum nas mulheres de 65 a 74 anos); c) a fadiga; d) problemas de saúde; e e) a artrite. Sendo que nas mulheres maiores de 75 anos de idade problemas de saúde e funcionais, como medo às quedas, foram as principais barreiras mencionadas.
As políticas públicas devem promover na população o estímulo à adoção da recomendação atual da atividade física, encorajando os indivíduos de todas as idades.
Recomendações de atividades físicas
Crianças:
Estas precisam brincar, experimentar atividades diferentes e, possivelmente, se apaixonar por alguma, despertar para uma vida mais saudável através das atividades, do esporte, do lazer. Deve ser hábito cotidiano! Segundo Saba (2011), quem foi sedentário na infância e/ou na adolescência costuma trazer para a maturidade heranças da inatividade.
Adolescentes:
Para os adolescentes, a recomendação de atividades físicas é maior que para os adultos, sendo necessário para se ter uma boa saúde que se realize aproximadamente 60 minutos diários de atividade física moderada a vigorosa.
A prática de atividades físicas na adolescência diminui o risco de se ter câncer de mama, fraturas ósseas, hipertensão arterial e altos índices de gordura corporal na fase adulta, sendo que esta melhora também a aptidão cardiorrespiratória e a auto-estima e diminui os níveis de stress do adolescente (HALLAL et al., 2006).
Adultos:
Realizar pelo menos 30 minutos de atividade física moderada por dia, na maior parte dos dias, de forma contínua ou acumulada. Devem ainda realizar atividades que mantenham ou aumentem a força muscular e a resistência (como levantar pesos ou exercícios similares) em pelo menos dois dias da semana.

A falta de atividade física destrói a boa condição de qualquer ser humano, enquanto o movimento e o exercício físico metódico o salva e o preserva. Platão (428 a.C – 348 a. C)
Postado por Robert Ferreira, com base em artigo de Joziane Teixeira Santos (Blog do Deusimar das Abelhas).

Rota do Cordeiro é discutida durante Congresso Nordestino de Produção Animal

Ação visa fortalecer atividades de elevado impacto na inclusão produtiva e geração de renda no semiárido nordestino

A Secretaria de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional participa, entre os dias 11 e 14 de novembro, da primeira Reunião Geral da Rota do Cordeiro, em Fortaleza (CE). A ação ocorre paralela ao ‘VIII Congresso Nordestino de Produção Animal (CNPA)’, que irá debater os impactos das inovações tecnológicas geradas a partir de pesquisas agropecuárias no Nordeste brasileiro.
“A Rota do Cordeiro é uma das iniciativas mais desenvolvidas dentro do projeto Rotas da Integração Nacional, o que torna o momento propício para trabalharmos temas referentes às inovações tecnológicas”, garante o gestor do projeto no ministério, Vitarque Coêlho.
A reunião tem como objetivo a troca de experiências entre os diversos parceiros e a definição de novos projetos para fortalecer a rede de cooperação da Rota do Cordeiro. “Essa é a primeira vez que reunimos representantes de todos os estados em que temos trabalhado. Além da troca de experiências, essa será uma grande oportunidade de aproximar os gestores estaduais, produtores e instituições de pesquisa e desenvolvimento, com vistas à criação de parcerias e novos projetos”, afirma Vitarque.
Para o especialista, a ação é de grande relevância, uma vez que o semiárido nordestino necessita fortalecer atividades como a ovinocaprinocultura, de elevado impacto na inclusão produtiva e geração de renda na região. O encontro reunirá gestores de projetos em andamento na Bahia, Ceará, Pernambuco e Piauí.
Rota do Cordeiro
O projeto “Rota do Cordeiro" faz parte do programa ‘Rotas da Integração Nacional’, e contempla ações de fortalecimento em todos os elos da cadeia produtiva, desde os insumos básicos, passando pela produção até o beneficiamento e a comercialização. A proposta contribui para a consolidação de redes de Arranjos Produtivos Locais (APLs), em consonância com os objetivos da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR).
Dessa forma, o projeto visa à inclusão socioeconômica das regiões mais pobres do país aos mercados nacionais e internacionais de produção, consumo e investimento. A expectativa é de que até o final de 2013, cerca de seis mil famílias sejam beneficiadas, além de técnicos e produtores que serão capacitados continuamente. Mais de R$ 30 milhões já foram investidos no desenvolvimento da ‘Rota do Cordeiro’.
Postado por Robert Ferreira, com base em artigo do Portal Brasil - 

Polêmica no jantar: carboidrato à noite emagrece sim!

Senti o universo se aproximando da perfeição ao saber, durante uma sessão de drenagem linfática, que agora não era mais pecado ingerir carboidratos à noite. Fã da comfort food, nunca digeri muito bem as tais dietas que pregam o consumo de proteína do café da manhã ao jantar. Na busca por alternativas ao Atkins e à Dieta Dukan, ouvi da massagista Renata França – a mais disputada de São Paulo por seu “toque milagroso” – que suas clientes estavam afinando com o que sempre foi proibido nos regimes alimentares. “Elas comem carboidrato à noite e amanhecem com a barriga colada nas costas”, me disse em tom de confidência. Fui investigar e, como dizem lá em Minas, pirei na batatinha (apesar de, descobri mais tarde, a mandioca ser mais saudável).

Quase todas as clientes de Renata se consultavam com o nutricionista Marcelo Ferro, então fui atrás dele também. Ferro é defensor da chamada dieta seletiva, que nunca mistura carboidrato e proteína no mesmo prato. Segundo ele, para emagrecer e ter uma vida mais saudável, o ideal é respeitar as horas certas para consumir cada alimento. E, claro, comer com moderação. Proteínas devem ser ingeridas no almoço; carboidratos, no jantar. “Um elevador sobe e desce ao mesmo tempo? Não. Então por que o nosso corpo faria isso?”, compara Ferro, seguidor do método que tem aval do médico e pesquisador australiano Ahmad Afaghi.

Foi estudando sobre como a alimentação influencia na qualidade do sono de diversos pacientes que Afaghi descobriu um ótimo efeito colateral: o emagrecimento. Suas pesquisas demonstraram que ingerir somente carboidratos complexos saudáveis (arroz integral, raízes, batata-doce, mandioca, aveia) três a quatro horas antes de dormir melhora o sono significativamente e traz consequências positivas na liberação de hormônios, principalmente o GH, o famoso hormônio do crescimento. “Mais GH liberado durante o sono possibilita uma melhor oxidação (queima) das gorduras nesse período”, explica Ferro.

Na prática, a dieta consiste de pães integrais com geléias em açúcar ou azeite no café da manhã e frutas nos lanches. No almoço, come-se proteína animal, folhas e vegetais com baixo amido (como brócolis, palmito, rúcula e tomate). À noite deve-se ingerir carboidrato puro. Seguindo o cardápio, emagreci dois quilos na primeira semana fazendo exercícios leves dia sim, dia não. O plus da dieta seletiva é que ela ainda promete prevenir o envelhecimento precoce e as falhas de memória (ambos causados pelo excesso de proteínas consumidas diariamente). O método não conta calorias, mas é rígido na combinação dos alimentos. Penne com tomates, abobrinhas e outros vegetais está liberado, mas nem pense em turbinar seu macarrão com molho branco ou frutos do mar. O delicioso risoto de arroz negro com legumes (mas sem queijo) da cozinheira detox Catherine Vanazzi é uma boa opção de jantar (veja receita na versão tablet da Vogue).

Em recente entrevista ao The NewYork Times, Miuccia Prada disse que “no futuro as pessoas serão definidas pelo jeito como envelhecem”. Ferro, que também é especialista no assunto, diz que para soprar velinhas com fôlego por muito tempo o ideal é consumirmos de 15% a 20% de proteínas por dia. Não mais. O segredo também está na preparação. Cozinhar com óleo de coco e azeite é bom; manteiga e creme de leite, esqueça. E assim descobrimos que não somos apenas o que comemos, mas como – e quando - comemos. (ALEXANDRA FARAH) 

Postado na Revista Vogue Brasil

CARNE SUINA FAZ BEM A SAUDE

Nutricionistas, médicos-veterinários e pessoas trocaram seus hábitos alimentares assim que descobriram os reais benefícios que a carne suína proporciona. Comparada ao frango, a carne suína produzida hoje contem 30% menos de gordura e 15% menos de calorias. Números que também mostraram o desenvolvimento no processo produtivo da carne. Uma receita preparada pelo Chef Edu Guedes foi o strogonoff de filé, um prato que cotidianamente está no cardápio dos brasileiros e que muitos desconheciam ser possível preparar com carne suína.

Os dados apresentados são referentes a um estudo desenvolvido pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) que não só diagnosticou os valores nutricionais da carne, como obteve importantes dados sobre a opinião dos consumidores em relação ao produto. Segundo a pesquisa 46% dos consumidores brasileiros preferem a carne suína, mas apesar disso, o país ocupa uma das últimas colocações no ranking de consumo per capita do produto no mundo. O Brasil é o quarto maior produtor e quarto maior exportador, mas registra apenas15 kg de consumo per capita anual, contra 30 kg de Paraguai e 76 kg da Áustria.

Na pesquisa os consumidores explicam porque preferem o sabor da carne suína, mas não exercitam essa preferência na hora da compra. Suas razões: preconceito, preço, formato, conveniência e associação com obesidade. Isso porque o porco-banha produzido no Brasil nos anos 50 era assim chamado porque cerca de 50% do seu peso correspondia à banha, que era o principal elemento de cocção utilizado nas cozinhas de todo o país. Mas, nas últimas décadas, houve uma evolução genética bastante significativa na redução de gordura e aumento da carne magra na carcaça com maior eficiência de crescimento. Por isso, no suíno produzido em escala industrial, hoje, cuja carne é encontrada em todos os supermercados dos grandes centros brasileiros, o percentual de gordura em relação ao restante do animal situa-se entre 22% e 25%.

A visão da carne suína produzida hoje, com uma alimentação balanceada dos animais, genética selecionada, controle sanitário e, com pouca gordura. Soluções estas que fazem parte do Projeto Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS), responsável pela ação e que visa aumentar o consumo da carne e desmistificar preconceitos em relação a carne suína.

Para Lívia Machado, coordenadora nacional do PNDS, o programa trouxe uma ótima oportunidade de mostrar a sociedade o resultado do trabalho incessante dos suinocultores para melhorar a produção brasileira de suínos. “A matéria exibida no programa Hoje em Dia apresenta ao consumidor brasileiro em nível nacional aquilo que o PNDS vem fazendo nos Estados. A colocação dos dados mostrando a saudabilidade da carne suína perante as carnes de frango e bovina foi espetacular”, comenta. A coordenadora destacou a parceria dos estados e disse acreditar no objetivo do projeto que está sendo atingido a cada dia. “Nossa parceria para que o Edu Guedes estivesse na Fenamilho, no Mundo da Suinocultura, atingiu o objetivo com grande êxito. Além dos mineiros, agora todo o Brasil teve acesso às informações. Parabenizo aos parceiros Astap e Suinco pela iniciativa”, encerra.

Postado por Robert Ferreira, com base estudo da Associação Brasileira de Criadores de Suinos/ABCS.